As cidades não são como as pessoas. Nós, à proporção que vão caindo as folhas do calendário, vamos perdendo o viço, a agilidade, a capacidade de responder aos impulsos do mundo e, por fim, nos vem a decrepitude e o desaparecimento. As cidades, não. Elas vão sempre se renovando, sempre se desenvolvendo, ficando mais ágeis, mais belas, para justamente atender aos impulsos do mundo e do seu tempo...
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E uma boa leitura!
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