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Sem acordo entre as polícias e o governo greves continuam

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Em greve polícia civil só atende os casos mais graves (foto: Raildo Portela)Em greve polícia civil só atende os casos mais graves (foto: Raildo Portela)Com um efetivo de 2 mil homens do Exército, Força Nacional, Aeronáutica e Marinha na ruas, a população ainda sofre com a insegurança. Os policiais militares em greve há uma semana não chegaram ao acordo com o governo do estado e a mobilização continuará até pelo menos sexta-feira, quando está marcada mais uma rodada de negociações

Enquanto não há definição, a população sofre com a falta de policiamento ostensivo nas ruas. O principal impasse entre governo e grevistas é salarial. Os policiais em greve, que recebem hoje R$ 2.028, querem receber pelo menos R$ 2.460, mais reajustes anuais de 6% até 2015. O governo do Estado ofereceu aumento para R$ 2.240, vigorando a partir de março do ano que vem.


Polícia Civíl

Em nota no site do Sindicato da Polícia Civil, a categoria afirma que a greve foi decidida “tendo em vista que a implantação da URV não foi extensiva a todos os policiais do grupo APC, bem como a falta de resposta do governo do Estado, em relação à alteração do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, já encaminhado na greve de abril”.

Os policiais civis querem o cumprimento de acordo feito com o governo do Estado, no início do ano, de implantação do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) elaborado em 2008. O plano até o momento não foi implantado pelo executivo.

A posição do governo é que a negociação com os policiais civís seja feita somente quando os mesmos voltarem ao trabalho.

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Última atualização em Qui, 01 de Dezembro de 2011 19:47

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