Conheça os livros-reportagem produzidos por estudantes de Jornalismo disponíveis no acervo

Conheça os livros-reportagem produzidos por estudantes de Jornalismo disponíveis no acervo

Por: Michele da Costa Souza

 

Após terminarem o curso de Comunicação Social/Jornalismo, muitos estudantes decidem produzir livros com grandes reportagens como Trabalhos de Conclusão de Curso. Para mostrar os detalhes e conteúdos das nove obras encontradas, resolvemos listar quais que você pode achar no acervo do curso de Jornalismo, organizados em ordem alfabética, nomes dos autores, ano de publicação, orientadores, tema e principais detalhes de cada obra.

capinha

 

“Área restrita: vivências e personagens das praças da Cultura e de Fátima”, uma obra de Juliana Carvalho, ano de 2011, orientado por Alexandre Zarate Maciel, total de 64 páginas, é um livro-reportagem que conta a história de duas praças do centro de Imperatriz, a Praça da Cultura e a Praça de Fátima. Ele destaca os 60 anos de história de ambas as Praças e também fala de personagens que foram e ainda são importantes nessas seis décadas.
“A resistência do império imaginário: histórias da Festa do Divino Espírito Santo em Alcântara – MA”, é uma obra de Mário Negramaro, de 2013, orientado por Alexandre Maciel e tem 107 páginas, é um livro-reportagem que relata a história de uma das maiores manifestações religiosas do Maranhão. Apresenta e enfatiza a fé católica de um povo alcantarense através de suas danças, cores, músicas e rituais que ocorrem há 200 anos.

 “De areia a paralelepípedos: histórias da Rua 15 de Novembro”, uma obra de Diego Leonardo Boaventura de 2011, orientação de Alexandre Maciel, é um livro-reportagem, conta histórias de personagens que viveram e vivem naquela Rua, localizada no Bairro Beira Rio em Imperatriz, abre espaço também para histórias vividas pelas personagens deste local.

 “Farra: uma graphic novel sobre a prostituição em Imperatriz”, obra de Héider Mendes de Sousa, ano de 2014, é um livro-reportagem, tem como orientadora Li-Chang Shuen Cristina Silva Sousa, total de 62 páginas, é um dos mais interessantes do acervo de Jornalismo, pois conta a história de um cabaré muito antigo e famoso em Imperatriz. A maneira que o autor escolheu para relatar as histórias foi ousada, ele as conta no formato de quadrinhos que foram produzidos por o mesmo.

 “Ondas da memória: as histórias da primeira rádio de Imperatriz”, a autora Navane Cristina R. de Brito produziu, no acervo têm duas cópias, o livro-reportagem foi lançado em 2011, orientado por Alexandre Maciel e Roseane Arcanjo Pinheiro, tem o total de 161 páginas, fala sobre a primeira rádio fundada e legalizada em Imperatriz em 28 de Outubro de 1978. Destaca o incêndio que quase pôs fim à rádio e também momentos importantes como a transmissão do show de Roberto Carlos. Seus 27 anos de transmissão do entretenimento ao jornalismo até o ano de 2005 quando foi vendida e mudou sua programação voltada para o público evangélico.

“O que é que o mercadinho tem”, autor André Wallyson, orientado por Alexandre Maciel, tem 156 páginas, fala sobre histórias, pessoas, problemas e rotina da feira livre que é uma das mais famosa em Imperatriz. A produção do livro foi feita através da coleta de fatos e relatos de moradores do local e também das pesquisas produzidas no decorrer de um ano e é dividido em quatro capitulos.

“Sete histórias de sete barracas”, autoria de Carlos Henrique O. Brandão; Francisco Evilásio T. de Melo Júnior; Jenifer Oliveira Pessoa; Juliana Neves Carvalho Costa; Maria Talita Nunes Bessa e Priscila Aranha Gama. Foi lançado em 2008, foi orientado e revisado por Carlos Agostinho Couto, tem 80 páginas, é um livro-reportagem, relata a investigação dos sete estudantes de Jornalismo que se juntaram para descobrir como surgiu o Assentamento Pontal, no Povoado de Sete Barracas. E trazem uma viagem ao passado por meio de depoimentos dos moradores históricos da comunidade.

“Santas latas de São Domingos: crônicas de uma cidade do Araguaia”, elaborado por Narcisio Ferreira Cruz, lançado em 2008, é um livro-reportagem, tem como orientador Alexandre Zarate Maciel, total de 128 páginas, mostra como que uma família de retirantes, vinda do sertão do Maranhão, conseguiu construir uma cidade vivendo aventuras, passando por condições precárias e produzindo histórias ricas e cheias de detalhes.

“Terra de bravura e utopia: Vila Conceição I e II – o primeiro assentamento da região tocantina”, obra de José Luís da Silva Costa foi lançado em 2013, é um livro-reportagem, orientado por Alexandre Maciel e tem 146 páginas, fala da luta agrária que deu origem ao primeiro assentamento da região. Ele evidencia as histórias vividas por pessoas que fizeram essa história e abre espaço para as opiniões daqueles que estão construindo novas histórias nesse local, também seus pensamentos sobre questão agrária, a dignidade no trabalho, as vitórias e as desilusões.

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